Quando eu morrer não chores mais por mim Do que hás de ouvir triste sino a dobrar Dizendo para o mundo que eu fugi enfim Do mundo vil pra com os vermes morar. E nem relembres, se estes versos leres,A mão que os escreveu, pois te amo tanto Que prefiro ver de mim te esqueceres Do que lembrar-me te levar ao pranto. Se leres estas linhas, eu proclamo, Quando eu, talvez, ao pó tenha voltado, Nem tentes relembrar como me chamo: Que fique o amor, como a vida, acabado. Para que o sábio, olhando tua dor,Do amor não ria, depois que eu me for.
(William Shakespeare)
Pedro de Souza Almeida: I.E.Q de Itapecerica da Serra/SP
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
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